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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A terceira barraca

Esperem...ela ainda não existe.
Depois de dois acampamentos frustrados com a barraca nave da Xuxa, decidimos vendê-la e adquirir outra, mais fácil de montar.
Em um acampamento em Mogi das Cruzes, na chácara de amigos para uma festa cigana, me deparei com a Quechua 2" 4.2 XL do meu amigo Dr. Eis que o Marcos chega por volta das 21h, após um exaustivo plantão, retira da mala do carro algumas bolsas, chacoalha daqui e dali e em menos de 15 minutos ele está pronto para arrumar sua cama e aproveitar a festa.
Cruel demais isso.
Ficamos das 10h30 às 14h para conseguir montar perfeitamente a NOSSA, sem contar que chovia, estava frio e as crianças já estavam nervosas.
Proto. Já sabíamos que nossa barraca iria para o vinagre e que adquiriríamos outra, o modelo aí debaixo.
Namorei muito essa barraca. Passei um frio dantesco com a minha. Nunca passei tanto frio na vida.
Nossa barraca, certamente, não era quatro estações.
Particularmente hoje, vejo que essa barraca não é legal para mim. Não há a menor possibilidade de ficarmos  em pé dentro dela e preciso de um espaço em uma área razoável para montar uma mini sala.
Tenho crianças e, com chuva, dependendo do lugar que se vai, ter uma sala e poder ficar em pé em todos os ambientes da barraca é vital para minhas costas.
Foi então que pesquisando, achamos a T6.2. Cara, porém sensacional.
Até o momento (e é claro que deixaremos para a última hora)será nossa aquisição.
Olha a nave aí embaixo. Preço R$ 800,00 a venda exclusivamente na Decathlon.

Esta é a maior e a mais fácil de montar entre as gigantes da marca.
Na loja, infelizmente não tem os outros modelos à disposição e, garanto, são muitos.
Curioso(a), acesse os vídeos da marca e divirta-se: http://www.quechua.com/en-BR/notice/29/produits-demonstrations/37/tente.html


A segunda barraca


Quando a família aumentou em 2004, os acampamentos pararam.
Não tinha boas recordações de acampamentos com crianças. Trocar as fraldas agachada no chão dentro da barraca quente, sentindo um delicioso aroma...eca...esquece.
Quando meu filho completou cinco anos, resolvemos voltar à ativa, mas para isso, precisávamos de uma barraca maior.
Procuramos vários modelos, mas as barracas como eu queria, com quartos, eram caras e, sinceramente, não valia o investimento para mim naquela época.
Uma vez em compras no Carrefour, vimos uma barraca hiper mega blaster grande. Parecia a nave da Xuxa. O preço era atraente, perto das que vínhamos estudando, mas ainda não foi daquela vez.
A marca era chinesa, estrutura duvidosa, mas juro que saí da loja triste por não tê-la adquirido.
Passado a época de férias, em nova visita ao hipermercado, lá estava ela novamente. A última na gôndola e pela metade do preço. Não resistimos. Chamamos o vendedor e o fizemos abrir a sacola, fuçamos, vimos se estava tudo certo e não faltava nenhuma peça. Estava perfeita, mas sem o manual.
Já tentou achar um manual de um produto chinês sem marca na internet?
Pois é.
Naquele ano, decidimos virar o ano alugando uma chácara. Levamos a barraca para montá-la antes de nos aventurar pelos campings da vida.
Quando a vi em pé, armada e perfeita, quase chorei de emoção.  Era aquelazinha ali que eu queria há muitos anos.
Abaixo segue a montagem parcial que fizemos em Jarinu e ela oficialmente montada, quando depois de muito tempo, localizei uma foto na internet.
Dava para ficar em pé dentro, coisa que sempre busquei em uma barraca, mas nos quartos, claro, era impossível.

 Minha montagem
Montagem correta que achei no site

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Minha primeira barraca

A primeira barraca que adquiri foi uma Canadense.
Pequena, porém confortável, afinal, eu viajava sozinha e meu primeiro acampamento foi em uma escola em férias na cidade de Jaguariúna num frio daqueles.
Para um casal ela é ideal.
Cabe um colchão de casal inflável e ainda sobra um pequeno espaço para uma pequena mala e algumas coisinhas.
Sugiro estender uma lona por cima dela, criando um avanço. É mais confortável para calçar um chinelo, ou simplesmente se abrigar da chuva, pois entrar e sair de barracas, nem sempre é tarefa fácil.
Essa barraca me acompanhou por alguns anos.
Quando me casei e minha filha tinha uns quatro anos, fomos para Paraty com ela. O espaço que eu tinha para a bagagem, deu lugar para um colchão de solteiro, mas ainda sim deu para guardar algumas coisas lá dentro.